César Giobbi da coluna Persona do Carderno 2 relatou “Que Joshua Bell, um dos mais famosos violinistas do mundo, tocou incógnito durante 45 minutos, numa estação de metrô de Washigton, de manhã na hora do rush, e foi compeltamente ignorado.”
Um diretor da National Gallery, não se surpreendeu e explicou: “A arte tem de estar em contexto. Se tirarmos uma pintura famosa de uma museu e colocarmos num restaurante, ninguém a notará.”
Discordo! Na sociedade imediatista – infelizmente – estamos a procura de satisfação imediata, relacionamento imediato, quem é famoso hoje em dia são Britney spears, Brunas surfistinhas ou Youtubes com palavrões, trocamos o ser pelo ter. Que doce e triste mediocridade ;(
Ah, detalhe o violinista tocou em seu Stradivarius de 1713, que no mundo da arte vale cerca de U$ 3,5 milhões!




caro gil,
nem acreditei quando li esse post… que loucura isso… infelizmente tem muita gente que nem liga pra arte e deixa momentos assim passarem despercebidos por causa da pressa e da correria do dia-a-dia.
Olá Gil, legal este post . parabéns pelo blog.
O chavão “Você já percebeu como é florida a árvore na rua da sua casa?” também se aplica aqui. Seja uma árvore ou um Stradivarius de três milhões, enquanto estivermos em sintonia com o minuto seguinte, não vamos perceber nada ao nosso redor. E um aspecto que acho mais perverso de tudo isso: não conheço a realidade e cultura de local, mas aqui, pessoas tocando no Metrô estão pedindo algo, e isso as torna invisíveis. Pedintes, catadores, faxineiros, zeladores… todos ficam invisíveis.
De qualquer forma, lamentável. Parabéns pelo post.
abs.
Rubens
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