Você precisa ir até o Campus Party! Há duas vias – coisas espetaculares e coisas ruins! O bom – Milhares de pessoas conectadas, reinventando a economia! Reinventando a humanidade!
O mais marcante são os jovens indios Tupinambás, seus cocares, danças e chocalhos do Sul da Bahia! Sete indios divulgando o projeto digital Indios On Line
Mostrando no Campus Party que a conectividade é como água, todos devem ter acesso!
Ps: Amanhã palestro no Campus Party! Uma nova palestra 2009! A sociedade vigiada! A humanidade 5.0! Aparece lá
Sobre Gil Giardelli
CEO da Gaia Creative, onde lmplementa ações de Redes Sociais e Web Colaborativa para empresas como BMW, Mini Cooper, BillaBong, BioRitmo, Grupo Cruzeiro do Sul, Hotéis Bourbon, Sebrae, ENDEAVOR entre outras.
Palestrante em mais de 700 eventos como TEDXSudeste, RioInfo, Fórum de Inovação, WebExpoForum e em empresas como TV Globo, BNDES, Vivo, Natura, Motorola dentre outras.
Coordenador de quatro cursos no Centro de Inovação e Criatividade da ESPM - Redes Sociais e Inovação Digital, Ações Inovadoras em Comunicação Digital e Startups, Economia Criativa e Empreendedorismo na Era Digital e Ciberarte.
Professor de MBA e Pós graduação da ESPM – São Paulo e Brasília
Olá! Vi seu endereço no pontodefuga.jor.br, do jornalista Clayton Melo. Gostei muito dessa matéria, parabéns! E que nome complicado o do índio hem.. rsrs
Puta Gil, a humanidade sofreu upgrade? Tem algum limite ou é ad infinitum, eternum e o caralho a quatro? Qual o critério? Tem como mudar de idéia e retroceder?
Nossos índios já não são mais os mesmos. Acredito que o índio verdadeiro deixou de existir há muito tempo em “nosso” (deles) Brasil (mãe terra). Outro dia pesquisando pelo Gugou (google) encontrei relatos de uma tribo ainda desconhecida, destemida, e sobrevivente em um lugar de difícil e raro acesso na floresta amazônica. Parabéns para eles ! Estes devem ser valorizados por sua persistência em viver do modo natural.
Já estes pobres que se dizem índios daqui e dali, vivem de subornos, pedágios em estradas que passam pelas aldeias, FUNAI (…) tentando e conseguindo se tornar “homem branco”.
Obs: esse micro-texto não deve de forma alguma ser entendido como qualquer forma de propagação do racismo ou preconceito. É somente uma forma de expressar o pensamento de um homem, dentro da democracia, liberdade de expressão e igualdade do nosso país.
Minha cidade (São João de Meriti) antes do “descobrimento” era habitada pelos Tupinambás. Lí algumas coisa sobre eles, sou apaixonado pela história indigena. Eu penso que eles não podem ficar de fora da era tecnológica, os indios podem entenderem o nosso mundo atual sem ignorar sua cultura. Um abrao a todos!
Olá! Vi seu endereço no pontodefuga.jor.br, do jornalista Clayton Melo. Gostei muito dessa matéria, parabéns! E que nome complicado o do índio hem.. rsrs
Visite meu blog também pra fazermos contato…
Beijos!
Puta Gil, a humanidade sofreu upgrade? Tem algum limite ou é ad infinitum, eternum e o caralho a quatro? Qual o critério? Tem como mudar de idéia e retroceder?
Fala Gil, me avisa sobre sua próxima palestra, quero estar lá.
Abs.
Caro Gil, indiquei o seu blog para receber os Selos Prêmio Dardos e Gentileza gera Gentileza.
http://isabellalychowski.blogspot.com/2009/01/selos-para-blogs-compartilhar-preciso.html
passei para deixar um abraço, infelizmente nossos dias não coincidiram lá no Campus Party…
fábio flatschart / http://www.quadrodosbemois.com.br
Fala Gil, tem alguma data de apresentação dessa nova palestra aqui no Rio? Me deixe informado gostaria muito de estar lá? Abs
Nossos índios já não são mais os mesmos. Acredito que o índio verdadeiro deixou de existir há muito tempo em “nosso” (deles) Brasil (mãe terra). Outro dia pesquisando pelo Gugou (google) encontrei relatos de uma tribo ainda desconhecida, destemida, e sobrevivente em um lugar de difícil e raro acesso na floresta amazônica. Parabéns para eles ! Estes devem ser valorizados por sua persistência em viver do modo natural.
Já estes pobres que se dizem índios daqui e dali, vivem de subornos, pedágios em estradas que passam pelas aldeias, FUNAI (…) tentando e conseguindo se tornar “homem branco”.
Obs: esse micro-texto não deve de forma alguma ser entendido como qualquer forma de propagação do racismo ou preconceito. É somente uma forma de expressar o pensamento de um homem, dentro da democracia, liberdade de expressão e igualdade do nosso país.
Minha cidade (São João de Meriti) antes do “descobrimento” era habitada pelos Tupinambás. Lí algumas coisa sobre eles, sou apaixonado pela história indigena. Eu penso que eles não podem ficar de fora da era tecnológica, os indios podem entenderem o nosso mundo atual sem ignorar sua cultura. Um abrao a todos!